quinta-feira, 18 de abril de 2013

Surf - Surf no Rio 2016

Por: Alma Surf
Aldo Rebelo, ministro do Esporte, e os idealizadores do movimento Surf 2016.
Idealizadores levam proposta ao ministro dos esportes para incluir surf e sup nas olimpíadas.
Com inicio em 2012 o movimento Surf 2016 - que traz em sua pauta pedido para que o surfe e o stand up virem esportes olímpicos nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro - ganhou o apoio que precisava nesta quarta-feira (17).

Liderados pelo publisher da almasurf, Romeu Andreatta, os idealizadores do movimento se encontraram com Aldo Rebelo, ministro do Esporte, em seu gabinete, em Brasília.
Rebelo ganhou uma prancha de surfe e saiu empolgado do encontro com a projeção dos esportes.
"A reunião foi surpreendente. O ministro já se posicionou e disse que enviará uma carta para o presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional) pedindo a apresentação do surfe no Rio. Quando uma modalidade ganha esse status de apresentação, entra no programa dos Jogos - contou um dos idealizadores da campanha "Surf 2016", Romeu Andreatta, que há mais de dois anos busca apoio para a inclusão da modalidade nas Olimpíadas.
Segundo o grupo que defende o projeto, o surfe é praticado por mais de 35 milhões de pessoas no mundo e movimenta cerca de 9 bilhões de reais no Brasil, segundo pesquisas. Um dos principais surfistas brasileiros, Gabriel Medina, apoia o movimento e é um dos encarregados por levar diversas pessoas a Brasília para conversar com Rebelo.
Para concorrer a uma vaga em Olimpíada, a Associação Internacional de Surfe precisa se associar ao Comitê Olímpico Internacional (COI) e esperar o esporte ser aceito como demonstração em 2016, sem concorrer a medalhas.
"O primeiro passo é conseguirmos essa apresentação. Depois, será preciso construir uma estrutura desportiva exigida pelo COI, o que as nossas instituições estão prontas para atender. É um segmento que já está em mais de cem países e pronto para isso. Vai ser muito charmoso a apresentação acontecer no Rio, com a atenção do Comitê e de dirigentes do mundo todo, para que possam se atentar e, quem sabe, em 2020 não possamos disputar medalha", completou Andreatta.
"Isso vai ser o auge, o ápice. Quando um esporte participa das Olimpíadas, ganha uma visibilidade espetacular. O tratamento ao surfista passa a ser diferente", disse o surfista legend e empresário Rico de Souza.


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