segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Ciclismo - Night Riders Anima a Noite em São Paulo, Chuva não atrapalha e milhares invadem a USP em passeio ciclístico noturno

Fonte Prologo
A noite deste sábado (16) foi de muita pedalada em São Paulo. Na USP, 5.500 ciclistas se reuniram para mais uma edição do Night Riders, passeio ciclístico noturno que este ano acontece em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília.

E nem mesmo a chuva que caiu em São Paulo foi capaz de apagar a alegria e vontade dos participantes que percorreram um trajeto de 7 km na Cidade Universitária. Entre veteranos e iniciantes, todos curtiram e aprovaram o evento. Veterano e experiente quando o assunto é bicicleta, Marcelo Cerulli teve um ‘reencontro’ no Night Riders com o mundo das bikes. Após anos, o engenheiro está voltando aos poucos a pedalar.
“Foi minha primeira participação no evento e curti muito. Pena que estava chovendo. Estou um pouco gordinho e deu para cansar um pouco”, brinca Marcelo que teve um passado muito íntimo com o ciclismo.
“Pedalei muito até os 30 anos. Depois parei. Até comprei uma bicicleta de estrada mas não a uso muito pois estou muito acima do peso. Agora com essa bike-dobrável do evento, vou voltando a pedalar aos poucos para, quem sabe, perder peso”, conta o participante de 50 anos que não descarta usar a bike como meio de transporte.
“Fizeram uma ciclovia em frente à minha casa. Além disso, trabalho relativamente perto, a 6 km de onde moro. Se as condições melhorarem penso em ir pedalando até o trabalho. No momento ainda considero o caminho bastante perigoso”, conclui.
Diferentemente de Marcelo, Aline Ricardo de Carvalho não tinha uma bicicleta. Interessada no assunto, viu no Night Riders uma oportunidade de aproximar-se mais do universo das duas rodas.
“Gostei do percurso e da bicicleta. Penso em usá-la para passeios nos finais de semana para pedalar em parques, por exemplo”, explica a supervisora de produção que ainda não se vê em condições de usá-la como transporte no dia a dia.
“Trabalho longe da minha casa e não tenho como usar a bicicleta”, conclu.
Situação semelhante à de Miriane da Cruz Nicacio, moradora de São Bernardo do Campo, mas que trabalha em Ribeirão Pires, a mais de 30 km de distância.
“São 33 km entre minha casa e o trabalho. Por dia são 66 km de deslocamento. Não tenho como usar a bicicleta como transporte”, lamenta a analista de controle de qualidade que participou do Night Riders com mais seis amigos.
“Não tinha uma bicicleta e agora pretendo usá-la para passear em parques como no Ibirapuera. E perto de casa, dá para ir de bicicleta até a academia. Se não estiver chovendo, vou pedalando. Se eu pedalar bastante todo dia nem preciso de academia”, diverte-se.
O próximo Night Riders acontece no dia 23 de agosto no Rio de Janeiro.

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