quarta-feira, 28 de junho de 2017

terça-feira, 20 de junho de 2017

Surf - Alex Ribeiro vence final brasileira no QS 3000 da África

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Alex Ribeiro (SP) (@WSL / Ian Turthell).
Pela terceira vez esse ano, uma etapa do WSL Qualifying Series é encerrada com uma final brasileira e agora foi Alex Ribeiro quem festejou o título no QS 3000 da África do Sul. A decisão do Volkswagen SA Open of Surfing no domingo em Durban foi contra Hizunomê Bettero e ainda teve mais um brasileiro, Victor Bernardo, dividindo o terceiro lugar com o peruano Miguel Tudela nas semifinais. Outro paulista, Deivid Silva, e o catarinense Tomas Hermes, perderam nas quartas de final e ficaram em quinto lugar na verdadeira invasão brasileira na África do Sul.
“Estou muito feliz, é um sentimento muito bom. Eu nem consegui dormir direito essa noite, só ficava pensando no campeonato e eu estava muito instigado pra competir”, contou Alex Ribeiro, que comandou a festa brasileira num dos principais palcos do surfe na África do Sul, que sempre sediava as etapas do CT antes de Jeffreys Bay. “Eu estou amarradão em vencer aqui e em fazer a final com meu amigo, Hizunomê Bettero, que é um grande surfista também”.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Surf - Hollow Trees, Mentawai Épico

Fonte Waves_
Taj Burrow e amigos desfrutam de condições clássicas em HT's, Mentawai.
Um swell clássico em Mentawai atraiu o ex-top da elite mundial Taj Burrow e seus amigos. De olho na previsão, eles embarcaram para a ilha de Sipora e foram abençoados com altas ondas em Hollow Trees (HT’s), pico também conhecido como Lance’s Right. Veja os melhores momentos da sessão que rolou no último dia 6 de junho.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Surf - Chloé Calmon é bicampeã do Longboard Pro Gaia em Portugal

João Carvalho - WSL South America Media Manager_
Chloe Calmon (RJ) (@WSL / Poullenot).
A carioca Chloé Calmon colecionou mais uma vitória inédita para a sua carreira, o bicampeonato no Longboard Pro Gaia em Portugal. Nesse ano, a jovem brasileira de 22 anos de idade já largou na frente na disputa pelo título mundial de Longboard da World Surf League, vencendo em Papua Nova Guiné a primeira das duas etapas. A decisão será em novembro na Ilha Taiwan. Em Portugal, Chloé conquistou seu segundo troféu de campeã em Gaia, ganhando a final da também jovem norte-americana Rachael Tilly, 19 anos. No masculino, o Brasil parou nas semifinais, com Rodrigo Sphaier sendo barrado pelo campeão Emilien Fleury, na final francesa com Edouard Delpero.
"Eu me sinto muito bem aqui e Portugal é como uma segunda casa para mim", disse Chloé Calmon. "Eu comecei a fazer a perna europeia no ano passado porque tem mais eventos de Longboard aqui e um nível muito forte. Parece que mais meninas escolheram fazer o mesmo este ano e foi ótimo poder competir contra todas elas mais vezes no ano, num nível alto de competição, em diferentes condições".

Surf - Líderes eliminados na volta do Outerknown Fiji Pro

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Adriano de Souza (SP) (@WSL / Ed Sloane).
As ondas finalmente reapareceram em Cloudbreak para a continuação do Outerknown Fiji Pro depois de uma semana de espera na ilha de Tavarua. A terça-feira foi um dia sem tubos, só de manobras, com as séries de 4-5 pés variando bastante a cada momento e provocando grandes surpresas nas oito baterias que restavam para fechar a terceira fase. Os ponteiros do ranking foram eliminados e Adriano de Souza teve a chance de tirar a lycra amarela do Jeep WSL Leader de John John Florence na última bateria do dia. Ele chegou perto disso em sua última onda, mas faltou meio pontinho para superar o australiano Stu Kennedy.
Por menos ainda, 13 décimos, Wiggolly Dantas tinha perdido o duelo anterior, na outra única participação brasileira na terça-feira em Fiji. Com as derrotas, apenas Italo Ferreira e Ian Gouveia seguem na disputa do título no quinto desafio do World Surf League Championship Tour. Eles garantiram duas chances de classificação para as quartas de final na segunda-feira da semana passada, derrotando dois campeões em Fiji, Gabriel Medina e Owen Wright, respectivamente.
Oito dias depois, os cabeças de chave das baterias continuaram sendo dizimados pelos surfistas da parte de baixo do ranking. Com as condições irregulares do mar na terça-feira, quem conseguia pegar as melhores ondas acabava levando vantagem, então uma boa escolha ganhou peso decisivo, além de um pouco de sorte.
Foi assim que o italiano Leonardo Fioravanti arrancou notas 8,50 e 8,33 dos juízes, usando a força do seu backside em grandes manobras para bater o número 1 do Jeep WSL Leader. A vitória sobre John John Florence foi por 16,83 a 13,33 pontos. Antes, o tricampeão mundial Mick Fanning já havia perdido o primeiro confronto do dia para o taitiano Michel Bourez.
Depois da saída do havaiano, caiu um dos vice-líderes, o sul-africano Jordy Smith. O francês Joan Duru começou a bateria numa onda que abriu uma longa parede para detonar uma série de nove manobras e receber a maior nota do dia, 9,20. Ele ainda surfou outra boa onda no final que valeu 8,40 para acabar com a chance de Jordy Smith liderar o ranking com o maior placar da terça-feira, 17,60 pontos.
O outro que poderia superar John John Florence era Adriano de Souza, no último confronto do dia. Antes, mais dois cabeças de chave perderam. O sempre favorito em Fiji, Kelly Slater, foi batido por 10,74 a 10,34 pelo australiano Connor O´Leary. E o veterano Bede Durbidge despachou outro norte-americano, Kolohe Andino. Os únicos que confirmaram a condição de cabeça de chave foram o australiano Joel Parkinson, contra o francês Jeremy Flores, e o havaiano Sebastian Zietz, contra o paulista Wiggolly Dantas.
Os dois brasileiros que competiram na terça-feira, disputaram os últimos duelos do dia. Wiggolly entrou no penúltimo e chegou a ganhar a maior nota da bateria na última onda que surfou. No entanto, ele precisava de 14 décimos a mais na média 7,63 recebida dos juízes. Com essa nota, o paulista de Ubatuba atingiu 12,80 pontos, contra 12,93 de Sebastian Zietz, ficando em 13.o lugar no Outerknown Fiji Pro.
MEIO PONTO DA LIDERANÇA – A história se repetiu para Adriano de Souza, que por meio ponto não conseguiu a vitória que valia a liderança isolada no ranking. No meio da bateria, o australiano Stu Kennedy achou uma boa onda para mostrar suas manobras e ganhar nota 8,0. Na seguinte, tirou 6,83 para abrir uma grande vantagem do brasileiro. Mineirinho só reagiu no final, depois de surfar uma onda que valeu nota 7,33 para entrar na briga.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Surf - Solitário Surfista, Tá tudo na Mente

Por Gabriel O Pensador -Fonte Waves _
Nem São Conrado, nem Cloudbreak: a onda da vida é mental.Gabriel O Pensador, Cloudbreak, Ilhas Fiji. Foto: Scott Winer.
Um dia desses, fui cair em São Conrado para treinar uns drops e, quem sabe, uns tubos, pois seria o meu último dia livre para surfar antes de viajar para Fiji. O mar tinha um tamanho e estava fechando, mas eu queria testar uma prancha nova e estava bem empolgado.
As ondas estavam power, bonitas, alguns triângulos vinham aqui e ali, jogando o lip pesado lá na frente e depois esmagando tudo e explodindo na areia, mas, pra resumir, estava quase impossível dropar com aquela maré e aquele fundo. Estava raso demais, quebrando muito rápido com as valas de correnteza mudando de lugar toda hora.
Além de mim, só havia um bodyboarder e um cara fazendo bodysurf, quando entrou um surfista bem jovem que tinha acabado de passar vários meses no Havaí. O mar estava subindo e ele vibrava ao ver aquelas paredes bem sólidas na hora da série.
Achei que ele iria pegar altas e fazer mágica ali nas fechadeiras, mas, para a minha surpresa, ele ficou uma meia-hora ciscando e vazou. Deve ter ido pra outro pico. O bodyboarder era de Caxias, subúrbio do Rio, e me contou meio tenso que o amigo dele tinha amarelado e voltado pra casa, mas que ele queria tentar pegar uma da série, já que tinha vindo de tão longe e ficou boiando bem atrás da arrebentação. Perguntei se ele iria conseguir mesmo pegar uma, fiquei preocupado, mas ele estava tranquilo.
Aquele que seria o meu dia de treino importante antes da trip acabou virando um dia de contemplação e resignação, já que em mais de duas horas eu só consegui descer umas três ondas "andando" um pouquinho e já virando reto. Adrenalina não faltou e a minha maior alegria era comemorar as ondas que eu não peguei, sentindo um alívio ao puxar o bico e olhar pra baixo depois de remar em uns buracos sinistros, pensando "ainda bem que eu não fui".

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Surf - Italo e Ian brilham nos tubos do Outerknown Fiji Pro

João Carvalho - WSL South America Media Manager_
Ian Gouveia (PE) (@WSL / Kelly Cestari) .
O potiguar Italo Ferreira e o pernambucano Ian Gouveia brilharam nos tubos de Cloudbreak e são os dois primeiros brasileiros a ganhar duas chances de classificação para as quartas de final do Outerknown Fiji Pro. Eles passaram as baterias da terceira fase que fecharam a segunda-feira de ondas de 6-8 pés e o estreante em Fiji, Ian Gouveia, despachou um dos vice-líderes do Jeep WSL Ranking, Owen Wright. Também surfando os melhores tubos da última bateria do dia, Italo derrotou o defensor do título do Fiji Pro, Gabriel Medina, no segundo duelo brasileiro na ilha de Tavarua. Wiggolly Dantas venceu o primeiro contra Jadson André pela manhã e ainda vai disputar a terceira fase, assim como outro vice-líder do ranking, Adriano de Souza.
Italo e Medina brigaram pela vitória onda a onda, desde o tubaço que o bicampeão em Fiji surfou em sua primeira onda e valeu nota 8,10. O potiguar mostrou estar recuperado da contusão no tornozelo que o tirou de três das quatro etapas desse ano e respondeu no mesmo nível, com 7,83 num belo tubo seguido por fortes manobras. Italo escolhe outra onda boa para passar por dentro e receber nota 8,0, abrindo 7,73 pontos de vantagem sobre o campeão mundial. Medina não desiste e na primeira tentativa consegue 6,17. O tempo passa rápido para ele, chega no minuto final e Medina acaba entrando numa onda ruim, que fecha tudo.
Mas, dá tempo ainda de pegar a de trás e ele já manda uma rasgada forte com a mão na borda invertendo a direção da prancha sem perder velocidade, atrasa pra encaixar num tubo, na saída desliza num grande floater e finaliza com mais uma manobra explosiva quando já havia soado o sinal de término da bateria. Fica um longo suspense com ambos no mar aguardando a nota que demora a ser divulgada, com a expectativa sendo transmitida ao vivo para o mundo todo. Dos cinco juízes, apenas um achou que Medina mereceu a vitória dando nota 7,80 e a média ficou em 7,37, com Italo Ferreira vibrando pela vitória por 15,83 a 15,47 pontos.
"Isso foi incrível, muita expectativa e ainda bem que consegui vencer", disse Italo Ferreira. "É sempre difícil enfrentar o Gabriel (Medina), porque ele é um competidor muito forte. Estou muito feliz por estar aqui competindo novamente, surfando bem, sem pressão e pegando bons tubos. Eu só tenho que agradecer a Deus, minha família, minha namorada e todos os meus amigos que sempre estão me apoiando. Estou procurando apenas me divertir pegando boas ondas neste lugar incrível".

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Surf - SRS Surfboards, Escola Australiana

Por Ezequiel Gringo (Fonte Waves)_
Lenda Terry Fitzgerald produz pranchas da HB no Brasil; SRS Surfboards comemora parceria de fabricação. Foto: Ezequiel Gringo.
A família da SRS Surfboards comemorou, no dia 26 de maio, uma nova parceria vinda da Austrália, com a fabricação das pranchas da Hot Buttered no Brasil. A chegada da HB foi marcada pela visita do shaper australiano e dono fundador da marca, Terry Fitzgerald, uma das lendas do surfe mundial.
Aos 67 anos, Terry é considerado um dos primeiros surfistas profissionais da história e foi o criador do fundo concave nas pranchas e de rabeta wing. Ele fez contribuições que são a base do surfe na atualidade e sua energia transborda a mesma juventude que na época o fez ganhar o apelido de “Sultan of Speed”, ou “Sultão da velocidade”.
O ponto alto da nova parceria entre Terry e o shaper e proprietário da SRS, Rodrigo Silva, chegou na hora de produzir os dois primeiros modelos da Hot Buttered na sala de shape.
Com a simplicidade e humildade que somente os grandes possuem, Terry primeiro avaliou Rodrigo Silva durante a produção da primeira prancha. Ele seguiu com detalhe cada passo, desde o bico às bordas e as técnicas de lixação e finalização de Rodrigo. Um sorriso no rosto e um aperto de mãos foi a aprovação que fechou um dos momentos mais incríveis na vida de qualquer shaper.
Hoje o criador da HB faz honra ao esporte surfando 200 dias por ano, com sol, frio ou chuva, o importante é estar na água e em sintonia com o mar.
A SRS fabricará uma grande variedade de modelos da HB, desde as clássicas pranchas modelo Old School até as pranchas para diversão e os modelos performance de competição.
A Hot Buttered - A marca HB nasceu nos anos 70, quando a revolução do surfe passou dos pranchões acima dos 9 pés para as pranchas de alta performance.