sexta-feira, 7 de julho de 2017

Surf - “Sem Sérebro Surf Club” nas Mentawai

 Fonte SS_
Sem Sérebro Diassis Machado - Foto Arquivo Pessoal. 
A “Sem Sérebro Surf Club” organizou, em conjunto com os Surfmasters da Praia do Futuro, uma barca para as ilhas Mentawai, na Indonésia, no período de 10 a 25 de junho. Participaram da viagem, além do Sem Sérebro Diassis Machado, os surfistas Carlos Alexandre (Xexéu), Gilson Soares, Fernando, Anastácio, Fábio Távora, Felipe Carvalho, Gustavo, João Paulo, Renato Marinho, Rodrigo Carneiro, Fábio Pisca e o body boarder Carlos Bellini. O grupo fechou a barca a bordo do Star Koat, barco da Mentawai Surf Charters (Kadu), tendo como guia e fotógrafo oficial o Paulo Mendes.









Fotos Arquivo pessoal SS
Pegamos um bom swell logo no início da trip e estávemos com dois dias agendados em Macaronis. Pegamos um mar clássico, com ondas variando de 4 a 6 pés. Em seguida fomos checar a famosa Greenbush, que apresentou todo o seu power, com ondas de bom tamanho e força surpreendente. De acordo com o Diassis, se na laje do morro do chapéu (Taíba, Ceará) rola o famoso “empurrão do Hulk”, em Greenbush tem o “tiro do canhão”. E foi isso mesmo, onda poderosa e que merece respeito. Depois parecia que o mar ia baixar, então, fomos para Thunders. Thunders é outra onda que deveria estar na categoria 5 estrelas, pois quebra em pelo menos 3 sessões, uma melhor que a outra. A primeira sessão é um drop de elevador, seguida de um tubo que já emenda na segunda parte da onda, mais manobrável e, por fim, uma terceira seção, numa bancada super rasa, que joga o lip num tubo seco (se cair, aqui, vai pro coral com certeza!). Thunders foi a boa surpresa da viagem. Ainda pegamos “Upper Thunders”, uma bancada super rasa e tubular muito perfeita, que surfamos com um grupo de australianos (coroas da nossa idade) que deram aulas de como entubar, mas não ficamos pra trás e tiramos nossos tubos também. Infelizmente, o mar começou a baixar e fomos finalizar nossa trip em Lances Left e depois Lances Right (Hollow Trees). São ondas conhecidas por sua potência e, como o mar estava pequeno, rendeu somente a brincadeira e a lição de que, quanto menor a onda, mais perigosa fica, pois passa a quebrar no “seco”, expondo a “mesa de cirurgia” e as bancadas de coral!




Fotos Arquivo pessoal SS
Depois de muita alegria, ondas para todos, bintangs e comida excelente, fizemos a viagem de volta, todos com a cabeça feita e sonhando em um dia voltar pra esse paraíso!

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