sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Corrida de Rua - Circuito das Estações traz grandes novidades para 2017

Fonte Corce_
Criado em 2006, o Circuito das Estações se prepara para mais um ciclo em 2017. No próximo ano, o principal circuito de corridas do Brasil chega com o tema Sinta a Corrida e promete levar muita emoção para mais de 270 mil corredores por 11 cidades do Brasil e da América Latina. Além das etapas que passarão por nove cidades brasileiras, o evento desembarca pelo segundo ano consecutivo também em duas capitais da América Latina: Buenos Aires (Argentina) e Cidade do México (México).

Bike - Alongamento para Ciclistas: como e quando Fazer

Por Ana Lídia Borba - Ativo_
Alongamento ainda é um assunto que gera muito estudo e controvérsia. No entanto, os benefícios da prática para o ciclismo são notórios quando o exercício é realizado na hora e dosagem certas. Por isso, conversamos com Kim Cordeiro, diretor técnico da BKSports, que dá algumas dicas sobre como agregar a prática ao treinamento para obter seus benefícios.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Sup - Aline Adisaka busca apoio para disputar o Mundial de Sup na Dinamarca

Fonte Surfguru / Por Fábia Maradei_
Aline - Foto Allan Grada.
Habituada a superar adversidades, a paulista Aline Adisaka, já venceu muitas conquistas importantes e agora está diante de mais um novo e importante desafio. A atual bicampeã brasileira de sup wave, campeã brasileira de sprint race e vice brasileira de sup race garantiu as vagas para o ISA World Sup and Paddleboard Championship, na Dinamarca, mas sem patrocinador, corre contra o tempo para conseguir custear as despesas da viagem.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Surf - Gabriel Medina é vice-campeão do Billabong Pro Tahiti

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Gabriel Medina (SP) (@WSL / Kelly Cestari.
Uma decisão emocionante nos tubos de Teahupoo fechou o Billabong Pro Tahiti, com o campeão mundial Gabriel Medina ganhando a única nota 10 no domingo, antes de disputar o título pela terceira vez na etapa mais desafiadora do World Surf League Championship Tour. Ele também achou bons tubos na final, para liderar a bateria com uma “combination” de 17,87 pontos com notas 9,20 e 8,67. Mas, o australiano Julian Wilson reagiu pegando ondas que rodaram tubos mais limpos para tirar a vitória do brasileiro com notas 9,23 e 9,73. Medina agora entra na lista dos sete surfistas que vão brigar pela lycra amarela do Jeep WSL Leader na próxima etapa, que passará a ser vestida pelo sul-africano Jordy Smith no Hurley Pro Trestles, do dia 6 a 17 de setembro na Califórnia, Estados Unidos.
Medina tem um retrospecto impressionante na etapa das ondas mais perigosas do Circuito Mundial. Foi campeão em 2014 na final contra Kelly Slater, vice em 2015 contra o francês Jeremy Flores e terceiro colocado no ano passado, perdendo a semifinal para John John Florence, com ambos somando mais de 19 pontos de 20 possíveis em tubos incríveis. Já Julian Wilson conseguiu sua terceira vitória em etapas do CT e todas contra Medina, sempre ganhando de virada nas baterias lideradas pelo brasileiro. Ele só venceu o australiano na sua primeira vitória em 2011 na França, no seu ano de estreia na divisão de elite da World Surf League. Depois, Julian deu o troco em 2012 na etapa portuguesa em Peniche e também ganhou a final do Pipe Masters de 2014, quando Medina já tinha se desconcentrado festejando o primeiro título mundial do Brasil garantido nas semifinais.
“É muito especial ganhar e estou em êxtase, não sei nem dizer tudo que estou sentindo agora”, disse Julian Wilson. “Estou feliz e aliviado por finalmente ganhar um evento novamente. Eu precisava de muitas ondas boas para vencer esse evento e tive sorte em conseguir fazer os tubos que eu procurava surfar. Eu venho conseguindo alguns bons resultados, chegando em finais, mas precisava vencer para ganhar confiança e fico feliz por estar mais perto da briga pelo título agora. Estou realmente ansioso para ver como será o restante do ano”.

sábado, 12 de agosto de 2017

Surf - Billabong Pro Tahiti começa com quatro vitórias brasileiras

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Ian Gouveia (PE) (@WSL / Poullenot).
O Billabong Pro Tahiti começou com quatro vitórias brasileiras na sexta-feira de ondas pequenas de 3-5 pés em Teahupoo, sem os grandes tubos da etapa mais desafiadora do World Surf League Championship Tour. A previsão não é boa para a janela do evento, até dia 22, então foi iniciado em condições difíceis para competir, com poucas ondas boas entrando nas baterias. O número 5 do Jeep WSL Leader, Adriano de Souza, foi o primeiro a passar direto para a terceira fase e Italo Ferreira achou um tubo para vencer o confronto seguinte. Semifinalista no ano passado, Gabriel Medina também estreou com vitória e Ian Gouveia ganhou a bateria que fechou a primeira fase com o maior placar do dia, 15,00 pontos.
Essa foi a primeira vez que Ian competiu em Teahupoo, onde o seu pai, Fábio Gouveia, conseguiu a primeira nota 10 da carreira no Circuito Mundial num tubaço enorme, em condições bem diferentes da sexta-feira na bancada de corais mais perigosa do mundo. Mas, Ian mostrou a mesma atitude para achar os tubos e pegou até dois em sua melhor onda, que valeu nota 7,83. Com ela somada ao 7,17 recebido na anterior, o pernambucano atingiu 15,00 pontos, superando os 14,90 do atual campeão mundial, John John Florence, que era o maior placar do dia. Ian Gouveia deixou o taitiano Michel Bourez em segundo lugar com 10,67 pontos e o português Frederico Morais em terceiro com 9,56.
“Eu estou superexcitado em estar aqui no Taiti e competindo aqui em Teahupoo”, disse Ian Gouveia. “É uma onda que eu preciso ganhar mais experiência, mas já é muito bom estar aqui, fazendo o que eu mais gosto. As ondas não estão como nos outros anos, com altos tubos, mas esse lugar é especial, diferente de tudo, então quero aproveitar ao máximo cada oportunidade”.
O pernambucano não foi a única surpresa do primeiro dia de mar difícil no Billabong Pro Tahiti. Depois de Ian Gouveia fazer o recorde de pontos na bateria que fechou a primeira fase, foram iniciados os duelos eliminatórios e outro novato na elite dos top-34 aprontou no penúltimo confronto da sexta-feira. O australiano Ethan Ewing não tinha vencido nenhuma bateria nas seis primeiras etapas e conseguiu quebrar o tabu justamente contra um brasileiro, Filipe Toledo, que vinha de uma vitória espetacular e inédita do Brasil nas direitas de Jeffreys Bay, na África do Sul. Filipe não achou as ondas e foi batido por 10,06 a 6,56 pontos, já perdendo a sétima posição no Jeep WSL Ranking para outro australiano, Julian Wilson.
O próximo que pode superar Filipe agora é Gabriel Medina, se passar mais uma bateria no Taiti. A primeira ele venceu até com certa facilidade na sexta-feira. Medina começou bem com nota 7,33 e dominou todo o confronto, até fechar a tranquila vitória por 14,06 pontos com o 6,73 da sua última onda. O também paulista Caio Ibelli ficou em terceiro com 6,50 nas duas notas e o australiano Stu Kennedy em segundo com 8,60. Medina já venceu o Billabong Pro Tahiti surfando altos tubos em 2014, quando foi campeão mundial. No ano passado, também deu um show, mesmo perdendo uma semifinal eletrizante com John John Florence.
“Eu simplesmente adoro Teahupoo, é uma onda incrível em qualquer condição”, disse Gabriel Medina. “Nós estamos num paraíso e me sinto muito bem aqui. Eu já tive alguns bons resultados aqui, especialmente quando venci (em 2014) e as ondas estavam bombando altos tubos. Neste ano, as previsões não são boas, mas foi divertido competir hoje (sexta-feira). Qualquer um é capaz de vencer aqui nessas condições e eu me sinto pronto também”.
Apesar das quatro classificações diretas para a terceira fase, o Brasil começou e terminou a sexta-feira com derrotas. Na penúltima bateria do dia, Filipe Toledo foi eliminado pelo novato Ethan Ewing. E na primeira, Jadson André perdeu competindo com uma prancha emprestada, porque todas as que levou para o Taiti foram quebradas durante o voo. Ele até começou bem, manobrando forte numa onda sem tubo, mas o australiano Joel Parkinson foi melhor para vencer por 10,00 pontos, contra 8,30 do potiguar e 7,50 do francês Jeremy Flores. Jadson também será o primeiro brasileiro a competir no sábado, contra o taitiano Michel Bourez no segundo duelo do dia.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Surf - Prazo do Billabong Pro Tahiti começa nesta sexta-feira!

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Gabriel Medina (SP) (@WSL / Poullenot).
O prazo da etapa mais desafiadora do World Surf League Championship Tour começa nessa sexta-feira e as previsões estão boas para o Billabong Pro Tahiti ser iniciado no primeiro dia da janela de realização do evento, que vai até o dia 22 na Polinésia Francesa. A batalha nos tubos da temida bancada de Teahupoo, abre a reta final na acirrada disputa pelo título mundial da temporada. Oito surfistas vão brigar pela lycra amarela do Jeep WSL Leader no Taiti, entre eles, o campeão mundial Adriano de Souza em quinto lugar no ranking e Filipe Toledo em sétimo, após a vitória inédita do Brasil no Corona Open J-Bay, na África do Sul.
Filipe entrou na lista dos principais concorrentes com este resultado nas direitas de,Jeffreys Bay. Mas, para assumir a liderança na corrida do título no Taiti, a condição mínima é ganhar o campeonato nas esquerdas gigantes de Teahupoo. Além disso, os seis que estão à sua frente teriam de perder nas primeiras fases, sem passar mais de duas baterias. A situação de Filipe Toledo na briga pela lycra amarela de Matt Wilkinson, é a mesma para outros dois australianos, Joel Parkinson em sexto no ranking e Julian Wilson em oitavo lugar.
Wilko nunca conseguiu um bom resultado nos tubos de Teahupoo, ao contrário de John John Florence, atual campeão mundial com quem travará uma disputa fase a fase pela ponta. No ano passado, o havaiano foi finalista em mais uma vitória de Kelly Slater no Billabong Pro Tahiti. O onze vezes campeão mundial colecionou mais uma bateria perfeita com duas notas 10 em seu caminho até o título, enquanto John John ganhou uma semifinal eletrizante com Gabriel Medina, encerrada em incríveis 19,56 a 19,23 pontos de 20 possíveis.
Além do havaiano, o sul-africano Jordy Smith também está na briga fase a fase com Matt Wilkinson, que só passou do rounde 3 uma vez no Taiti, em 2011. O número 4 do ranking, Owen Wright, vai precisar passar duas rodadas a mais para superar os pontos do líder. E Adriano de Souza, quinto colocado, terá que vencer três baterias a mais do que Wilko, ou seja, já entra no campeonato precisando chegar nas quartas de final para isso, desde que o australiano não passe nenhuma bateria e fique em último lugar.
BRASILEIROS – Mineirinho está escalado para estrear na segunda bateria do Billabong Pro Tahiti, junto com o australiano Bede Durbidge e o norte-americano Nat Young, que está substituindo o contundido Kelly Slater, campeão desta etapa no ano passado. Os brasileiros disputam as três primeiras vagas diretas para a terceira fase. Jadson André está na primeira bateria com o australiano Joel Parkinson e o francês Jeremy Flores. Na terceira, entra outro potiguar, Italo Ferreira, com mais dois australianos, Owen Wright e Josh Kerr.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Surf - Tomas Hermes é vice-campeão do QS 10000 US Open

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Tomas Hermes (SC) (@WSL / Kenneth Morris).
Os norte-americanos Kanoa Igarashi e Sage Erickson festejaram os títulos do Vans US Open of Surfing com a torcida que lotou a praia no domingo em Huntington Beach, na Califórnia. Kanoa impediu outra vitória brasileira com a maior nota do campeonato na primeira onda que surfou na final com o catarinense Tomas Hermes, depois de passar por Filipe Toledo nas semifinais. A última vitória dos Estados Unidos tinha sido em 2011 com Kelly Slater e os brasileiros ganharam três vezes nesse período, Alejo Muniz em 2013 e Filipe Toledo em 2014 e 2016. Com os pontos da etapa norte-americana do QS 10000, Kanoa Igarashi e Tomas Hermes subiram para a terceira e quarta posições no ranking do WSL Qualifying Series, respectivamente.
“Estou muito feliz em estar aqui no pódio com essa multidão incrível que lotou a praia hoje (domingo), junto com a minha família me apoiando todos os dias e a Vans, que faz o evento e me patrocina”, disse Tomas Hermes. “O ano passado foi realmente difícil para mim, por causa de uma contusão no tornozelo, mas já estou bem e muito feliz pelo resultado aqui. Eu não tenho brigado por vaga no CT nos dois últimos anos, mas agora estou melhor do que nunca. Eu estou pronto para competir, pronto para a vida e pronto para tudo”.
Nas cinco últimas edições do campeonato mais tradicional dos Estados Unidos, desde a vitória de Kelly Slater em 2011, o paulista Miguel Pupo foi vice-campeão contra o australiano Julian Wilson em 2012 e Tomas foi o terceiro catarinense a decidir o título em Huntington Beach. O primeiro foi Alejo Muniz, campeão em 2013 batendo o californiano Kolohe Andino para frustração da torcida. Em 2014, a final foi verde-amarela e o paulista Filipe Toledo, que mora na Califórnia, conquistou sua primeira vitória contra Willian Cardoso. Agora, Tomas Hermes repetiu esse vice-campeonato na final contra Kanoa Igarashi no domingo de ondas pequenas e séries demoradas em Huntington Beach.