quarta-feira, 18 de abril de 2018

Surf - Açai do Gutim Surf Pro


Surf - Margaret River Pro é cancelado pela ameaça de tubarões

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Kieren Perrow (AUS) (@WSL / Kelly Cestari).
A continuação do Margaret River Pro foi cancelada pela World Surf League na quarta-feira, visando a segurança dos atletas pelo alto risco da presença de tubarões nesta semana na costa ocidental da Austrália. A terceira etapa do World Surf League Championship Tour tinha prazo até domingo para ser finalizada, mas todos os surfistas concordaram com a decisão. Os 24 que iam disputar a terceira fase, terminaram em 13.o lugar somando 1.665 pontos no ranking, enquanto as oito classificadas para as quartas de final na segunda-feira, ficaram empatadas em quinto lugar com 4.745 pontos.
Na manhã da quarta-feira, a CEO da WSL, Sophie Goldschmidt, emitiu um comunicado aos surfistas, informando sobre o cancelamento do restante do Margaret River Pro, terceira etapa do WSL Championship Tour 2018. O motivo principal é preservar a segurança dos surfistas, devido à combinação única e excepcional que está acontecendo em Western Australia (costa ocidental da Austrália) nesta semana, aumentando a presença de tubarões na região.
“A WSL coloca a segurança em primeiro lugar”, escreveu Sophie Goldschmidt. “O surfe é um esporte com várias formas de risco, o único praticado onde os animais selvagens habitam nosso local de desempenho. Os tubarões são uma realidade ocasional das competições da WSL e do surfe em geral. Todos no nosso esporte sabem disso. Houve incidentes no passado, é possível que haja no futuro, que não chegaram ao cancelamento de um evento do CT. No entanto, as circunstâncias atuais são muito incomuns e preocupantes, então decidimos que o alto risco durante o Margaret River Pro esse ano ultrapassou o limite do aceitável”.
Depois de dois incidentes distintos ocorridos na vizinha Gracetown, na segunda-feira (16), aproximadamente 6 Km de distância de Main Break, palco principal do Margaret River Pro, a WSL acionou todos os seus protocolos de segurança, promovendo reuniões com todos os responsáveis e envolvidos nas últimas 48 horas, antes de tomar a decisão de cancelar a continuação do evento. Os organizadores não descartam a possibilidade de completar o campeonato em outro lugar durante esta temporada ainda.
“A segurança é nossa maior prioridade e essa é a decisão certa a ser tomada, devido a todas as circunstâncias”, disse o comissário da WSL, Kieren Perrow. “Analisamos a situação de perto, falamos com os atletas, a Water Safety, as autoridades locais, analisamos o máximo de informações possível. Margaret River é um lugar fantástico do mundo, mas a presença de tubarões ativamente agressivos e baleias encalhadas neste período, nos convenceram de que este era o caminho correto a seguir”.
“Os tubarões são algo com que vamos sempre ter que lidar toda vez que surfamos e nós aceitamos esse risco”, disse Adrian Buchan, representante dos surfistas. “Devido as carcaças de baleias mortas, vários ataques foram registrados e estão aumentando, então eu apoio totalmente a decisão da WSL de colocar a segurança dos surfistas em primeiro lugar. Essa região ocidental da Austrália é um dos meus lugares favoritos e parte desse fascínio é a beleza selvagem e a sensação de estar perto da Natureza. Agradecemos o carinho da comunidade local e esperamos voltar em breve”.
“É uma decisão realmente difícil, já que os surfistas adoram vir aqui”, disse Sage Erickson, top do CT e representante das surfistas da elite. “É um lugar lindo, as ondas são incríveis e toda a comunidade apoia bastante o surfe profissional. Mas, a situação nesta temporada está realmente desafiadora e várias surfistas não se sentem seguras. Eu sei que não é uma decisão fácil, mas nós realmente aprovamos pela quantidade de informações e incidentes que ocorreram”.
OI RIO PRO – Com o cancelamento, a disputa pela liderança na corrida pelos títulos mundiais que seria travada em Margaret River, fica para a etapa brasileira, o Oi Rio Pro, que será disputado entre os dias 11 e 20 de maio em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Assim como na última prova da “perna australiana”, dois surfistas vão competir com a lycra amarela do Jeep Leaderboard na Praia de Itaúna, o potiguar Italo Ferreira e o australiano Julian Wilson, por estarem empatados em primeiro lugar no ranking. No feminino, Stephanie Gilmore permaneceu na frente e também vai vestir a lycra amarela no Oi Rio Pro.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Surf - Italo Ferreira é o campeão do Rip Curl Pro Bells Beach

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Italo Ferreira (BRA) (@WSL / Kelly Cestari).
O potiguar Italo Ferreira é o novo campeão do Rip Curl Pro Bells Beach e badalou o sino do troféu da vitória conquistada numa bateria que fica marcada na história do esporte, pela despedida do tricampeão mundial Mick Fanning do World Surf League Championship Tour. A praia estava lotada na quinta-feira, com toda a torcida e seus amigos esperando que ele encerrasse a carreira com um recorde de cinco títulos em casa. Mas, Italo vinha sendo o melhor surfista nas ondas de Bells Beach e na final comprovou isso, para ganhar sua primeira etapa e liderar a corrida pelo título mundial de 2018, junto com o australiano Julian Wilson.
“Eu nem consigo acreditar ainda nisso tudo. É incrível, a minha primeira vitória, o Mick Fanning é meu ídolo, nossa, estou muito feliz”, disse Italo Ferreira. “Eu tenho trabalhado duro nos últimos anos. Lembro da minha primeira final com o Filipe (Toledo) em Portugal (em 2016), estava tão perto da vitória, mas agora consegui. O ano passado foi difícil pra mim, por causa da minha lesão depois da Gold Coast, que me deixou de fora por dois meses. Foi terrível e trabalhei muito forte para me recuperar, então agora é o melhor sentimento, muita felicidade pela vitória neste lugar incrível que é Bells Beach e contra um cara iluminado na final, um herói”.
Italo agora vai competir com a lycra amarela do Jeep Leaderboard pela primeira vez na próxima etapa, o Drug Aware Margaret River Pro, que começa na quarta-feira (11), com prazo para fechar a “perna australiana” até o dia 22 de abril. Depois, os melhores surfistas do mundo vêm para o Brasil, para a segunda edição do Oi Rio Pro em Saquarema, de 11 a 22 de maio na “Cidade do Surf” da Região dos Lagos do Rio de Janeiro, que no ano passado terminou também com vitória brasileira de Adriano de Souza na Praia de Itaúna.  
Mineirinho foi o primeiro e até então único brasileiro a vencer o Rip Curl Pro Bells Beach, em 2013. Ele balançou tão forte o troféu, que o sino acabou caindo de tanto badalar. Foi também, a primeira e única vez que isso aconteceu. O potiguar Italo Ferreira festejou bastante no pódio, tocando o sino da 37.a vitória do Brasil na história da World Surf League, a primeira do surfista de Baía Formosa em sua quarta temporada no grupo de elite que disputa o título mundial.
Italo foi criado em ondas para a direita como as de Bells Beach e vinha batendo seus próprios recordes a cada bateria, com o seu backside agressivo e vertical liquidando todos os adversários que enfrentou no último dia. Ele já tinha registrado as maiores marcas do Rip Curl Pro no duelo brasileiro com Filipe Toledo na terceira fase, 16,60 pontos com notas 8,50 e 8,10. Nas quartas de final que abriram a quinta-feira, atingiu 17,86 com 8,83 e 9,03 contra o havaiano Ezekiel Lau. E na semifinal com Gabriel Medina, ganhou 9,17 na melhor onda do evento na análise dos juízes, para derrotar o campeão mundial por 16,00 a 14,10 pontos.
“Eu só quero dizer obrigado Deus e dedicar essa vitória a minha família, minha namorada e todas as pessoas que tem me apoiado ao longo desses anos”, disse Italo Ferreira. “Eu sou uma pessoa muito feliz por ser este o meu trabalho e eu só tentei fazer o meu melhor nas ondas que surfei em cada uma das baterias. Eu sabia que tinha que continuar assim na final e o Mick (Fanning) é um dos meus surfistas favoritos, o melhor concorrente e só tenho que agradecer a ele por tudo que já fez para o nosso esporte”.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Surf - Um Pedaço do Swell

Avisosport_
2 e 3 de março o estado do Ceará recebeu a maior ondulação no tempo de previsões via internet.
Com isso, algumas praias chegaram a bombar ondas de 6 a 7 pés, os Gran Karuna Lucio Costa(Picolé) Ricardo Martins (Kadinho), Paulo Bramdão (Brandas), Dudu, Beto Fotografo e Mami, fizeram essas imagens desse swell inédito.  

terça-feira, 20 de março de 2018

Surf - Dias Mágicos no Ceará

Fonte Betinho Rosa ( Waves )_
Nos últimos dias 2 e 3 de março, o estado do Ceará recebeu uma das maiores ondulações dos últimos dez anos, com alerta da marinha informando que a maré atingiria 3,2 metros com lua cheia.
Com isso, algumas praias chegaram a bombar ondas de 6 a 8 pés. Aproveitando as ótimas condições, os atletas Charlie Brown e Betinho Rosa fizeram a cabeça.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Surf - Deivid Silva ganha final brasileira com nota 10 em Sydney.

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Deivid Silva (SP) (@WSL / Matt Dunbar).
Uma final verde-amarela fechou o segundo QS 6000 do ano na Austrália, com o paulista Deivid Silva batendo todos os recordes do Vissla Sydney Surf Pro no bicampeonato do Brasil nas ondas de Manly Beach. Ele repetiu a vitória de outro surfista do Guarujá no ano passado, Jessé Mendes, com a única nota 10 do campeonato numa onda em que acertou dois aéreos. O título valia a vice-liderança no ranking do WSL Qualifying Series, que segue com o australiano Mikey Wright na frente e o catarinense Alejo Muniz em terceiro lugar com o vice-campeonato em Sydney neste domingo. Na decisão feminina, a australiana Nikki Van Dijk impediu o bicampeonato consecutivo da havaiana Malia Manuel em Manly Beach.
“Estou muito feliz por ganhar este evento nesta praia cheia de brasileiros torcendo pra gente. Foi muito bom e me sinto honrado com essa vitória”, disse Deivid Silva, que saltou da 139.a para a segunda posição no ranking com os 6.000 pontos da vitória na Austrália. “Está sendo um bom começo de 2018 para mim e fazer a final com um grande amigo como o Alejo (Muniz) foi um sentimento incrível. Esta foi a maior vitória da minha vida até agora e estou muito contente em poder levar este troféu de campeão para casa no Brasil”.
Para decidirem o título do QS 6000 Vissla Sydney Surf Pro, eles ganharam os dois confrontos diretos com os australianos nas semifinais. Alejo Muniz despachou Reef Heazlewood e Deivid Silva fez o mesmo contra Matt Banting, deixando-os empatados em terceiro lugar. Na grande final, DVD, como Deivid Silva é conhecido pelos amigos, deu um verdadeiro show nas ondinhas de meio metro de altura do domingo em Manly Beach. Foi, simplesmente, a melhor apresentação de todo o evento, apesar das difíceis condições do mar para competir.
“Mesmo não vencendo, foi mais um bom resultado para começar bem o ano de 2018”, disse Alejo Muniz. “Eu consegui um nono lugar em Newcastle (semana passada) e agora ficar em segundo lugar fazendo a final com um grande amigo foi muito bom para fechar essa perna australiana. Eu e o Deivid (Silva) nos conhecemos há muitos anos, conheço toda a família dele, então não dá nem para ficar triste pela derrota para um grande amigo como ele”.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Surf - Jungo Feras do Mar PRO

Por Artur Silva
Esse sábado irá acontecer aqui na praia do futuro o primeiro junco feras do mar pro. Evento bem diferente , 
Serão 24 atletas , primeiro round ninguém perde, o primeiro colocado de cada bateria ira direto para o terceiro round e os demais irão para uma repescagem, e os rounds seguintes serão todos homem a homem, estilo WSL

Surf - A Historia de um Mega Swell

Fonte Surfguru
Os moradores do litoral Norte da região Nordeste estão na expectativa da chegada de um enorme swell vindo do Atlântico norte no começo do mês de março, ele deverá ser um dos mais fortes já registrados nos últimos anos.
O período de pico deste swell fica entre 16 e 18 segundos quando ele chegar ao litoral do Brasil, o que significa que ele possui uma imensa quantidade de energia se deslocando principalmente embaixo d'água. Esta energia irá aflorar na superfície quando as ondulações passarem sobre águas rasas, este efeito que é conhecido como "empinamento", ocorre quando a energia submersa das ondas são empurradas para a superfície do mar quando estas passam sobre um assoalho marinho raso. 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Surf - Pena Paracuru Pro 2018(Ceará) em Março

Fonte Lima Junior_
Vem aí a etapa mais tradicional do surf cearense, o PENA Paracuru Pro, entre os dias 09 e 11 de março, na Praia do Ronco do Mar, abrindo os certames estadual, regional e nacional 2018. Serão distribuídos R$ 10 mil em dinheiro na bolsa de premiação dos profissionais, 1.000pts nos rankings Nordestino e Brasileiro Profissional e ainda troféus e kits para os finalistas.
Para as categorias amadoras em disputa a premiação será composta por troféus e kits para todos os finalistas e Blocos Teccel para os vencedores das 11 categorias: Open Masculino e Feminino e Longboard (sem limite de idade); Junior Masculino e Feminino (até 18 anos); Mirim (até 16 anos); Iniciante (até 14 anos); Infantil (até 12 anos); Sênior (a partir de 28 anos); Máster (a partir de 35 anos); Kahuna (a partir de 45 anos).
As inscrições podem ser feitas através de depósito bancário diretamente na conta da Federação de Surf do Estado do Ceará-CNPJ 13.544.749/0001-41 BRADESCO – AG: 769 – C/C: 18.507-8.
IMPORTANTE: Após o depósito o comprovante devera ser enviado para o e-mail amelio.junior@uol.com.br ou para o Whatsapp (85) 99986.8538.
O preço das inscrições é R$ 180 (cento e oitenta reais) para os Profissionais e R$ 100 (cem reais) para as demais categorias. As inscrições serão encerradas dia 07/03, as vagas são limitadas e NÃO SERÃO ACEITAS INSCRIÇÕES NA PRAIA.
Mais informações: (85) 99986.8538 - (85) 98853.8538 – amelio.junior@uol.com.br

Surf - Tainá Hinckel sofre acidente em Snapper Rocks e passa por Cirurgia

Fonte/Autor Bruno Vicaria_
Tainá Hinckel. Foto: William Zimmermann.
Revelação do surf feminino nacional, Tainá Hinckel sofreu um grande e doloroso susto no fim da última semana em Snapper Rocks, na Australia, em preparação para as etapas de Newcastle e Manly do QS. Um acidente quase a tirou da competição e poderia ter provocado coisa pior não fosse o rápido atendimento recebido.
Tainá acabou sendo atingida pelo bico da prancha em alta velocidade em suas partes íntimas após ter sido interceptada ao entrar em uma onda e desviar de outro surfista que remava em sua frente. Tainá perdeu muito sangue e sentiu muita dor, por conta de a região ser uma das partes mais sensíveis do corpo. No entanto após uma cirurgia e um número de pontos internos e externos, Tainá vem se recuperando e segue confirmada para as duas etapas australianas.
"Peguei uma onda em que um cara me rabeou, outro ficou exatamente na minha frente, não tinha muito pra onde ir... Para não machucar o cara que estava dando joelhinho ali na frente, me joguei da prancha para a água, quando estava lá embaixo, senti uma prancha (tenho quase 100% certeza que foi o bico) batendo bem no meio das minhas pernas", descreve Tainá, direto do hospital.
"Sangrou MUITO, até porque é uma das partes mais sensíveis do nosso corpo! Quando aconteceu eu senti MUITA dor, mas logo fui atendida pela ambulância e por um grupo de médicos muito bons no hospital. Tive que tomar três morfinas e mais alguns remédios de dores para aliviar a dor terrível! No primeiro dia foi o que mais senti desconfortável, mas agora já estou me sentindo bem melhor. Tive que fazer uma cirurgia, e tomei três pontos internos e quatro pontos externos", conta Tainá.

Surf - Lucas Chianca é o campeão do Big Wave Tour de Nazaré

João Carvalho – Assessoria de Imprensa da WSL South America_
Lucas Chianca (BRA) (@WSL / Masurel)>
O jovem surfista de Saquarema (RJ), Lucas Chianca, 22 anos, conhecido como “Chumbo”, conquistou mais uma vitória surpreendente e inédita para o Brasil na World Surf League, o de campeão do Big Wave Tour Nazaré Challenge neste domingo em Portugal. Ele foi o melhor nas ondas gigantes de 25 a 35 pés, passando dos 10 metros de altura na Praia do Norte. Lucas superou competidores bem mais experientes do que ele, que está participando apenas do seu segundo evento no Circuito Mundial de Ondas Grandes da WSL.
Na bateria final, Lucas “Chumbo” derrotou o atual campeão mundial do World Surf League Big Wave Tour, Grant “Twiggy” Baker, da África do Sul, o vencedor do Puerto Escondido Challenge 2017/2018 no México, Kai Lenny, o também havaiano Billy Kemper bicampeão do Pe´ahi Challenge, além de outras duas surpresas como ele, o basco Natxo Gonzalez e o igualmente jovem havaiano Nathan Florence, irmão do bicampeão mundial John John Florence.
“Estou muito feliz por ganhar este evento e obrigado a todos pelo apoio”, disse Lucas Chianca. “Agradeço pela oportunidade de participar deste evento e, ganhar de todos esses caras que competem tão bem nestas condições, é muito louco, quase inacreditável. Foi difícil porque, quando você recebe a chamada para os eventos do BWT, é no último minuto. Nós voamos para cá assim que recebemos a ligação, cheguei um pouco cansado e depois fomos direto para a competição no dia seguinte. As ondas de ontem (sábado) estavam assustadoras e hoje estava a mesma coisa, então foi um grande campeonato e obrigado a todos”.
Com a vitória no Nazaré Challenge, Lucas Chianca já aparece em quinto lugar no ranking do World Surf League Big Wave Tour 2018, encabeçado pelos havaianos Billy Kemper em primeiro lugar, Kai Lenny em segundo, Ian Walsh em terceiro e Makuakai Rothman. Kai Lenny abriu a grande final de uma hora de duração com uma onda fraca de 3,83 pontos. A próxima série entrou com o experiente Grant Baker dividindo o pico com Lucas Chianca. O sul-africano só conseguiu um 3,50, mas a onda do brasileiro foi melhor e valeu 7,33, a maior da bateria.
O surfista de Saquarema ainda surfou outra boa onda que rendeu 6,73 para consolidar sua primeira vitória da carreira no Big Wave Tour por 21,39 pontos. Nesta competição especial de ondas gigantes, a maior nota das duas computadas por cada competidor é multiplicada por dois. No final da bateria, Billy Kemper conseguiu ganhar notas 4,83 e 4,67 para conquistar o vice-campeonato por 14,33 pontos, contra 13,83 do basco Natxo Gonzalez, 13,23 do havaiano Kai Lenny, 12,23 do sul-africano Grant Baker e 10,89 do havaiano Nathan Florence.
Com o resultado, Billy Kemper assumiu a liderança no ranking do Big Wave Tour com 2.311 de vantagem sobre Kai Lenny, que estava na frente. Kemper também competiu nas duas provas do WSL Qualifying Series realizadas esse ano no Havaí. Ganhou o QS 1000 de Sunset Beach, ficou em 17.o no QS 3000 de Pipeline e ocupa a 15.a posição no ranking que classifica dez surfistas para disputar o título máximo do esporte no World Surf League Championship Tour.
“Eu estou na Lua agora de tanta felicidade”, vibrou Billy Kemper. “Em primeiro lugar, quero agradecer a este país, pois todas as pessoas aqui de Portugal são absolutamente incríveis e esse lugar é lindo. A recepção calorosa que vocês dão a todos nós, surfistas, é inacreditável e estou muito agradecido. Eu vim para cá com o objetivo de chegar na final e fiz o melhor que pude. Isso estava na minha mente o tempo todo, em cada bateria, em cada onda, então só agradeço por estar onde estou neste momento”.
Campeão do Nazaré Challenge 2016/2017, o australiano Jamie Mitchell desta vez ficou nas semifinais, sendo eliminado junto com mais dois destaques do sábado de ondas gigantescas na Praia do Norte, o norte-americano Peter Mel e o português Alex Botelho. Eles perderam a briga pelas três primeiras vagas na grande final para o campeão do evento, Lucas Chianca, o vice-campeão e novo número 1 do ranking, Billy Kemper, e para Nathan Florence.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Sup - Greenish Sup Fantasy

Fonte Greenish_
Tá chegando o dia do evento mais tradicional de SUP no carnaval de Jericoacoara. Prepare a fantasia e vamos brincar carnaval de um jeito bem diferente nas ondas de Jeri. Inscrições e maiores informações na @bobwindschool .

Sup - Greenish Sup Fantasy

Fonte Greenish_
Tá chegando o dia do evento mais tradicional de SUP no carnaval de Jericoacoara. Prepare a fantasia e vamos brincar carnaval de um jeito bem diferente nas ondas de Jeri. Inscrições e maiores informações na @bobwindschool .

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Surf - Maya e Cia na Quinta Bombástica em Nazaré

Fonte Ricosurf - Autor Carlos Matias_
Big rider encarou novamente as ondas gigantes de Portugal.
Janeiro tem sido um mês intenso para os big riders que curtem as ondas gingates de Nazaré, pico português. Um novo swell apareceu nos mapas e a galera partiu para lá.
Na quarta as ondas já estavam enormes, mas o vento atrapalhou o surf, porém nesta quinta-feira as condições melhoraram e rolou mais uma sessão memorável, que teve a participação da carioca Maya Gabeira, do também atleta do Rio Eric Rebiere e de outros grandes nomes do big surf, como Ross Clarke Jones, Hugo Vau, Sebastian Steudtner, Axi Munian e Benjamin Sanchis.

Surf - Ao Encontro de Jaws, Drone Habilidoso

Fonte Waves_
Drone capta a ação bem de perto em Jaws, Havaí.
Durante o swell gigante que atingiu Jaws, Maui, na última semana, um drone sobrevoou a ação bem de perto e registrou algumas imagens incríveis, exigindo habilidade do piloto em meio às bombas que explodiram no pico. Confira acima.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Longboard Surf - Phil vence em Pipe o Da Hui Backdoor Shootout 2018

Fonte RicoSurf / Autor: Carlos Matias_
Phil Rajzman venceu neste domingo o Da Hui Backdoor Shootout 2018 na categoria Longbaord. O carioca, bicampeão mundial da categoria, surfou altos tubos e deixou em segundo lugar o o havaiano Kai Sallas.
Confira acima o vídeo produzido pela equipe Dans Surf Videos (o Long começa aos 2m16s) e abaixo o post de comemoração de Phil:

“Não tenho palavras para descrever a realização deste sonho que vivi hoje! Tudo começa em nossa mente que tem infinitas possibilidades oferecidas pelo universo. Quando definimos um único objetivo, nos limitamos. Tinha como um sonho competir em Pipeline, objetivo que foi realizado em 2017 quando com a conquista do meu segundo título mundial, fui convidado para o Backdoor shootout pelo @eddierothman / @dahui8o8 através do @duanedesoto amigo (irmão) de 20 anos de circuito mundial.
Este ano 2018 recebi o convite mais uma vez, e estando entre o seleto grupo de locais vibrei para o universo que estava preparado para vencer em Pipe. O universo me mandou as ondas e eu fiz a minha parte.
Obrigado a todos que torcem pela minha carreira, mas principalmente a minha amada filha @rafarafinha12345 por me inspirar e a minha esposa @velha_menina pelo incentivo e dedicação a nossa evolução pessoal e espiritual.
Ganhar este evento com as lendas @bongaperkins , @kaisallas , Dino Miranda , Lance Hoocano, @nedsnow em Pipeline, para mim é como ganhar o título mundial! Obs: começando 2018 com pé direito!”, escreveu o ídolo nas mídias sociais.

Corrida de Rua - Track&Field Run Serie, RioMar Fortaleza

Fonte Corce_
O Track&Field Run Series é o maior circuito de corridas de rua da América Latina. O circuito conta com um diferencial que é o número limitado de corredores por etapa, visando a segurança dos participantes e um percurso adequado para aqueles que buscam melhorar sua performance ou se iniciar no mundo da corrida. São mais de 60 etapas em 20 estados, espalhadas por mais de 40 cidades.
No dia 25 de fevereiro, Fortaleza receberá a etapa do Track&Field Run Series, em parceria com o RioMar Fortaleza. A inscrição na prova dá direito a um kit exclusivo TF Sports, contendo: uma bolsa do evento, uma camiseta Thermodry®, e alguns outros itens da marca.
Inscrições
2º lote 27/11/2017 a 31/12/2017
Kit Run - R$ 89,00
Kit Run Idoso - R$ 44,50
3º lote 01/01/2018 a 11/02/2018
Kit Run - R$ 99,00
Kit Run Idoso - R$ 49,50
4º lote 12/02/2018 a 24/02/2018
Kit Run - R$ 109,00
Kit Run Idoso - R$ 54,50
Entrega do Kit: 22/02/2018 a 24/02/2018
Cronograma
04:30 - Abertura do estacionamento 
05:30 às 08:00 - Bloqueio do percurso 
05:45 - Alongamento 21k
06:00 - Largada 21k
06:15 - Alongamento 5k e 10k
06:30 - Largada 5k e 10k
08:30 – Premiação
Horário das largadas:
21km: 6h00
5 e 10km: 6h30
*Inscrições em grupos e assessorias entrar em contato através do email: lmc@tfsports.com.br

Surf - Brasil sofre primeira baixa no WSL Jeep World Junior

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Mateus Herdy (BRA-SC) (@WSL / Ethan Smith).
O Brasil sofreu a primeira baixa na disputa pelo título mundial Pro Junior da World Surf League e logo do atual campeão sul-americano da categoria para surfistas com até 18 anos de idade. O catarinense Mateus Herdy perdeu para Adin Masencamp o primeiro dos três confrontos diretos entre Brasil e África do Sul na terceira fase do WSL Jeep World Junior Championship 2017, na segunda-feira de ondas pequenas em Kiama, na Austrália. As condições do mar estavam difíceis e a competição foi suspensa ainda pela manhã, após a sexta das doze baterias. Com a derrota, Mateus Herdy termina em 13.o lugar no ranking Pro Junior de 2017 da WSL.
Com a paralisação na metade da terceira fase, o duelo entre João Chianca e Joshe Faulkner será o segundo a entrar no mar na terça-feira. Duas baterias depois, Samuel Pupo enfrenta o outro sul-africano, Jake Elkington. A primeira chamada do dia será às 7h00 na Austrália, 18h00 da segunda-feira no horário de verão do Brasil. Os dois agora são a esperança de aumentar para oito, o recorde de títulos mundiais do Brasil na história da categoria Pro Junior, iniciada em 1998.
O catarinense Mateus Herdy tinha sido o mais bem colocado na estreia de Kiama como sede do Mundial Pro Junior da WSL no ano passado, ficando em quinto lugar nas quartas de final. Ele começou bem esse ano, fazendo os recordes da primeira fase com a ainda imbatível nota 8,83 recebida num aéreo reverse perfeito de backside e os 15,16 pontos que totalizou na quinta-feira. Na segunda-feira, acabou derrotado numa disputa onda a onda na bateria encerrada em 14,33 a 11,57 pontos para o sul-africano Adin Masencamp.
Os dois tiveram um início parecido surfando de backside nas esquerdas de Bombo Beach. Herdy recebeu nota 5,67 em sua primeira onda, contra 6,00 de Masencamp. O brasileiro assumiu a ponta com 4,17, mas o sul-africano tirou 5,47 na terceira que surfou para liderar novamente. O campeão sul-americano falhou em três tentativas seguidas de retomar o primeiro lugar, até achar uma direita para mandar um aéreo de frontside que valeu 5,90. Mas, Adin Masencamp pegou uma esquerda maior, com uma parede mais limpa para fazer três manobras potentes de backside e arrancar 8,33 dos juízes para confirmar a vitória.
O sul-africano completou a bateria que vai abrir a quarta fase, valendo as duas primeiras vagas para as quartas de final do WSL Jeep WSL World Junior 2017. Os outros dois integrantes são o indonesiano Rio Waida e o japonês Yuji Nishi, que venceram os confrontos que abriram a terceira fase. A segunda classificatória para as quartas de final também já foi formada na segunda-feira e será disputada pelo havaiano Cody Young, o australiano Sandon Whittaker e mais um japonês, Joh Azuchi. Os três ganharam as baterias que fecharam a segunda-feira.
A que ficou para abrir a terça-feira será um duelo havaiano entre Finn McGill e Ocean Macedo, que no domingo registrou um novo recorde de 16,40 pontos para o WSL Jeep World Junior 2017. O saquaremense João Chianca entra na segunda bateria do dia com Joshe Faulkner e na quarta o paulista Samuel Pupo enfrenta o outro sul-africano que chegou na terceira fase, Jake Elkington. Se os dois brasileiros conseguirem vencer, Chianca vai para a terceira bateria da quarta fase e Pupo para a última, mas acabarão se cruzando no caminho até a grande final.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Surf - Mundial Junior da WSL Começa com Vitórias Brasileiras

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Mateus Herdy (SC) (@WSL / Matt Dunbar).
O time sul-americano da WSL South America começou bem na primeira competição do ano na Austrália, com os brasileiros Samuel Pupo e o catarinense Mateus Herdy ganhando as duas baterias que abriram o WSL Jeep World Junior Championship 2017 na quinta-feira em Kiama. Herdy fez os recordes da categoria masculina, mas eles foram os únicos que passaram direto para a terceira fase, pois o restante da equipe terá que encarar a repescagem. O saquaremense João Chianca e o peruano Jhonny Guerrero perderam suas baterias, assim como a peruana Sol Aguirre campeã sul-americana de 2017 e a catarinense Tainá Hinckel. A rodada inicial feminina fechou o primeiro dia da decisão dos títulos mundiais da categoria para surfistas profissionais com até 18 anos de idade.
O irmão mais jovem do top do CT, Miguel Pupo, estreou na primeira bateria da quinta-feira de ondas de 2-3 pés em Bombo Beach. Samuel Pupo usou a tática de ir em várias ondas, surfou mais de dez e somou duas notas 6,0 para superar o campeão norte-americano Pro Junior, Ryland Rubens, por 12,00 a 10,96 pontos. O francês Marco Mignot ficou em último com apenas 4,43, mas os dois derrotados terão outra chance de passar para a terceira fase na repescagem. O formato da competição é parecido com o utilizado nas etapas do CT.
“As ondas estavam bem divertidas lá fora, então tentei surfar o máximo possível para conseguir boas notas”, disse Samuel Pupo. “Meu objetivo era postar duas notas de 6 a 7 pontos, pois estava difícil de conseguir maiores que isso, então tive que me contentar com essas duas ondas de 6 pontos. Esta é a primeira vez que eu participo do Mundial Pro Junior, então estou muito feliz em começar minha campanha aqui com uma vitória”.
Já o atual campeão sul-americano Pro Junior da WSL South America dominou a segunda bateria. O catarinense Mateus Herdy achou até um tubo nas direitas de Bombo Beach que valeu nota 6,33. No entanto, foi nas esquerdas que ele completou um aéreo full rotation perfeito de backside para fazer os recordes da primeira fase masculina, nota 8,83 e 15,16 pontos. A vitória foi por “combination” sobre o australiano Mikey McDonagh e o japonês Keanu Kamiyama, que não conseguiram nem igualar a maior nota do brasileiro nas duas ondas computadas no resultado da bateria.
“Eu sei que toda bateria vai ser difícil neste evento, então é um grande alívio começar com uma vitória”, disse Mateus Herdy, que está sendo acompanhado na Austrália pelo seu tio, o ex-top do CT, Guilherme Herdy. “Ter meu tio Guilherme aqui junto comigo ajuda muito. Ele me ensina muito sobre competição e estratégia, enquanto eu ensino ele sobre filmagem, então está sendo bom para mim ensinar-lhe coisas novas, enquanto ele me ensina coisas antigas (risos)”.
Apesar do bom começo, Mateus Herdy e Samuel Pupo foram os únicos do time sul-americano a passar direto para a terceira fase do WSL Jeep World Junior Championship 2017. Todos os outros perderam e terão que disputar a repescagem na Austrália. O peruano Jhonny Guerrero só conseguiu totalizar 7,60 pontos na quarta bateria, contra 13,60 do havaiano Barron Mamiya. Agora, Jhonny Guerrero vai enfrentar o indonesiano Rio Waida no segundo duelo eliminatório do campeonato.
O brasileiro João Chianca, de Saquarema (RJ), foi até um pouco melhor e somou 9,20, mas ficou em último no confronto que fechou a primeira fase. O vencedor foi Che Allan, de Barbados, por 11,80 pontos e o sul-africano Ford Van Jaarsveldt ficou em segundo com 11,17. João Chianca está na sexta bateria da segunda fase com o francês Theo Julitte e quem perder de novo termina em 25.o lugar no evento.
CATEGORIA FEMININA – Na categoria feminina, as duas únicas representantes da América do Sul também não conseguiram vencer suas baterias e terão que disputar a repescagem. A atual campeã sul-americana Pro Junior, Sol Aguirre, foi a primeira a estrear. Ela entrou logo depois da atual campeã mundial, Macy Callaghan, fazer os recordes do dia – nota 9,50 e 17,50 pontos. Só que o mar ficou ruim quando a peruana competiu e ela ficou em último com apenas 7,50 pontos, contra 10,17 da havaiana Zoe McDougall e 8,96 da americana Alyssa Spencer.
A campeã sul-americana de 2016, Tainá Hinckel, surfou melhor do que a peruana, porém também terminou em terceiro lugar no confronto que fechou a quinta-feira na Austrália. A catarinense somou 11,00 pontos, mas suas adversárias acharam ondas com mais potencial para manobrar e a australiana Sophia Fulton fez o segundo maior placar do dia, 15,54. Em segundo ficou a havaiana Summer Macedo com 13,40 nas duas notas computadas.
Na repescagem, a peruana Sol Aguirre vai tentar aproveitar a segunda chance de classificação para a terceira fase do WSL Jeep World Junior na quarta bateria, contra a australiana Alyssa Lock. Já a brasileira Tainá Hinckel vai disputar a última vaga com a japonesa Shino Matsuda. Nesta primeira rodada eliminatória, quem perder novamente ficará em 13.o lugar no ranking Pro Junior de 2017 da World Surf League, com 1.750 pontos.

Surf - Austrália sedia decisão do título mundial Pro Junior 2017

João Carvalho – WSL South America Media Manager_
Troféu Pro Junior (@WSL / Matt Dunbar).
A Austrália vai sediar a decisão do título mundial Pro Junior da World Surf League pelo segundo ano consecutivo nas ondas de Bombo Beach, em Kiama, na costa sul de New South Wales. O prazo do WSL Jeep World Junior Championship 2017 começa nesta quinta-feira e vai até o dia 12 de janeiro. Um total de 54 surfistas com até 18 anos de idade vai disputar os títulos, sendo 36 na categoria masculina e 18 na feminina competindo no mesmo formato utilizado nas etapas do CT. Eles se classificaram nas seletivas promovidas pelos sete escritórios regionais da World Surf League em todos os continentes. Quatro brasileiros e dois peruanos foram selecionados pela WSL South America no RDS Pro Junior em homenagem a Ricardo dos Santos na Guarda do Embaú, em Palhoça, Santa Catarina.
Dois brasileiros foram escalados como cabeças de chave das primeiras baterias do WSL Jeep World Junior Championship 2017. O paulista Samuel Pupo está na primeira com o norte-americano Ryland Rubens e o francês Marco Mignot. Na segunda, estreia o campeão sul-americano Pro Junior de 2017, o catarinense Mateus Herdy, contra o australiano Mikey McDonagh e o japonês Keanu Kamiyama. Assim como CT, essa primeira rodada não é eliminatória. Os vencedores das baterias avançam direto para a terceira fase, mas os perdedores têm outra chance de classificação na repescagem.